Projeto Sirius: alunos conhecem o maior acelerador brasileiro de partículas

Os alunos do 9º ano, do Fundamental 2, das unidades Barra e Gávea, estiveram em Campinas e conheceram o CNPEM – Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais. Também participaram da visita os alunos da Escola da Vila, integrante do Grupo Critique, junto com a Escola Parque.

Pela manhã, os estudantes visitaram as obras do SIRIUS, o maior acelerador brasileiro de partículas. “Conhecemos todas as instalações, desde a estrutura física ao passo a passo dos equipamentos que aceleram os elétrons”, contou o Prof. Vitor Acioli.

Em seguida, o grupo assistiu à palestra sobre o funcionamento do CNPEM e os seus principais laboratórios, incluindo o LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncontron), foco do Projeto. O LNS possui dois aceleradores de partículas, um em funcionamento, o UVX, e outro em construção, o SIRIUS. Por fim, os alunos visitaram o UVX, no LNLS, e os demais laboratórios da instituição.

Alunos são premiados na Olimpíada Brasileira de Astronomia

Nove alunos, do Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio, Barra, foram premiados na Olimpíada Brasileira de Astronomia, com medalhas de ouro, prata e bronze.

Laura Diez, aluna do 6o ano, conquistou a medalha de ouro. “Eu fiz sem a intenção de ganhar. Para minha surpresa, fiquei em primeiro lugar e fui a primeira menina, da Escola, com a medalha de ouro na OBA”, comentou a aluna.

Assista ao depoimento completo.

 

Alunos do 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, Gávea, participam do projeto Garatea- ISS

O Projeto Garatea-ISS está vinculado ao programa SSEP (Student Spaceflight Experiments Program), responsável pelo envio de experimentos feitos por estudantes, para Estação Espacial Internacional, a ISS. O principal objetivo do programa é aproximar estudantes brasileiros da ciência, criando aprendizado e vocação para a vida científica. Dessa forma, o projeto busca difundir a importância da área científica por meio da vivência de uma missão espacial fantástica, almejando criar referência e garantir a continuidade de formação de novas gerações de cientistas. Para isso, o programa promove o uso da metodologia científica como método de abordagem de desenvolvimento de problemas.

Ao longo de oito encontros com o professor-orientador, Leonardo Carvalho, os alunos tiveram aulas nas quais estudaram temas, como: movimento orbital, a microgravidade, o cotidiano dos astronautas, entre outros assuntos. Após essa parte teórica, os alunos começaram a desenvolver seus projetos: fizeram pesquisas, levantaram hipóteses e, por fim, elaboraram o relatório da proposta de experimentação. Os trabalhos foram analisados por professores, e um deles representará a Escola Parque no Garatea-ISS.

Os alunos Ana Carolina Leal, Emilie Ghelman, Fernanda Richard e Victor Arruda, da 1ª série, foram os selecionados. O trabalho deles fala sobre a germinação da semente da mostarda no ambiente de microgravidade. “Entrei sem grandes expectativas. Comecei a me interessar por Ciências da Natureza, no início do ano, e o Projeto Garatea veio ao encontro disso. Atende meu interesse por Física Teórica e ainda envolveu Biologia, que eu amo”, contou a aluna Ana Carolina. “As aulas foram ótimas. Gostei muito do projeto, gosto muito de Física. Ajudou entender como é criada a ideia de um experimento científico e como é o processo para uma ideia se tornar real”, completou Victor. Todo o projeto é de autoria dos alunos.

O resultado sairá em dezembro. Entre todas os projetos desenvolvidos pelas escolas participantes, os organizadores do projeto escolherão uma proposta experimental para que seja elaborada e enviada à ISS. Os alunos pertencentes ao projeto vencedor participarão do congresso, em Washington (EUA), para a exposição dos dados obtidos de seu experimento.

Aluno da Escola Parque, Barra, conquista medalha de Prata na Olimpíada Brasileira de Química

No dia 15 de dezembro, o aluno Bruno Gomes, da 2ª série do Ensino Médio, foi premiado com medalha de prata, na Olimpíada Brasileira de Química 2018 (OBQ-2018). O resultado foi revelado na Cerimônia de Premiação da 13ª Olimpíada de Química do Rio de Janeiro (OQRJ). Ele também conquistou o bronze no âmbito regional, na categoria Ensino Médio 2, o que lhe dá direito a participar da OBQ em 2019, que será seu 3º ano consecutivo na competição. Em 2017, assim como neste ano, ele foi medalha de bronze na 12ª edição da Olimpíada. A Escola teve mais de um representante medalhista na OQRJ-2018, o aluno Lucas Sant’anna que também conquistou o bronze na categoria Ensino Médio 3.

A Olimpíada de Química (OQ) é um projeto educacional que acontece, anualmente. Ela tem como objetivo principal identificar jovens do Ensino Médio e do Tecnológico com talento e aptidão, para o estudo da Química, e incentivá-los a colocarem em prática seus conhecimentos e suas habilidades, estimulando-os à curiosidade científica. A Olimpíada Brasileira de Química se organiza em duas modalidades: A – para alunos cursando até a 2ª série do Ensino Médio ou Técnico, e B – para alunos cursando a 3ª série do Ensino Médio, ou terceiro e quarto anos do Ensino Técnico.

 

Escola Parque inicia seu ano letivo com infraestrutura reformada e novos espaços

A Escola entrou de férias mas promoveu, nesse período, melhorias na infraestrutura das Unidades Barra, Barra Infantil e Gávea, para começar o ano de 2019. As obras foram realizadas conforme a necessidade de cada unidade.

As Unidades Barra e Gávea ganharam uma nova sala de aula, além da reforma e pintura de pisos, grades de segurança, corrimãos, portas, salas e corredores, e melhoria na rede elétrica e pluvial, entre outros reparos.

Na Unidade Gávea, foi construído um novo quiosque climatizado, e houve a reforma e a climatização dos dois já existentes. Foi feita também uma nova passarela, um novo corrimão de segurança e a cobertura de um lavatório, que as crianças utilizam para higienização.

Já na Unidade Barra, foi feita a instalação da iluminação de uma das quadras de areia, utilizada para uma das atividades noturnas, a criação de um novo acesso para o “Jardim Didático” e a compra de uma “futmesa”, estrutura para a prática de uma atividade, que mistura futebol, vôlei e tênis de mesa, que está fazendo muito sucesso entre os amantes dos campos.

Na Unidade Barra Infantil, tivemos a climatização dos ambientes “Espaço Maker” e “Cozinha Experimental”. Houve ainda a reforma do “Campinho de Futebol”, que ganhou um teto para proteção nos dias de sol e chuva, e do pátio coberto, que foi pintado e modernizado, assim como outros espaços. Foi criada também uma segunda horta para o plantio de mudas e hortaliças, que ficará sob a responsabilidade dos Grupos junto à Equipe da “Ecobé”.

Flávio Canto, judoca e medalhista olímpico, é o novo parceiro do Horário Extenso, Gávea

Os alunos de Judô, do Horário Extenso, Gávea, contarão com uma novidade em 2019: a parceria com Flávio Canto, judoca, medalhista olímpico e fundador do Instituto Reação.

A metodologia, promovida pelo atleta, explora todo o potencial formativo da arte marcial, com o foco no desenvolvimento humano. O Método Flávio Canto também prioriza uma aprendizagem equilibrada na qual o aluno se desenvolve de forma integral, tornando-se tecnicamente completo.

Saiba mais sobre a metodologia.

Conheça o Horário Extenso.

Alunos do 9º ano, Barra, criam campanha para arrecadação de LIXO ELETRÔNICO

Os alunos do 9° ano, Barra, estão estudando sobre a quantidade de lixo, o impacto que ele causa no mundo e as formas de reutilizar esse material. Com base nesse tema, eles criaram uma campanha de arrecadação de LIXO ELETRÔNICO para criação de obras de arte, que serão expostas na Semana do Viver Bem, com intuito de provocar uma reflexão sobre o assunto.

Para isso, eles pedem a colaboração dos pais e responsáveis. Pode ser doado qualquer tipo de produto eletrônico, como celular usado, fone de ouvido quebrado, pilha, carregador, mouse e eletrodomésticos. Esses itens podem ser entregues na portaria da unidade Barra – Rua Pedra de Itaúna, 111, até o dia 10 de junho, segunda-feira.

 

Alunos, em Assembleia, discutem os impactos ambientais e sociais causados pelo rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho

Alunos do Ensino Médio se reuniram em assembleia e debateram o incidente ocorrido em Brumadinho. No início da atividade, foram lidos os nomes dos corpos dos mortos encontrados, e, logo em seguida, todos fizeram um minuto de silêncio em memória às vítimas do rompimento da barragem. O rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, na última sexta-feira do mês, 25 de janeiro, trouxe à tona pontos importantes para serem revistos e discutidos pelos alunos, tanto em caráter ambiental, quanto político-social.

Foram evidenciados todos os impactos causados pelos rejeitos de minério de ferro, no Rio Paraopeba e região, e como isso afeta a população local e ribeirinha. Segundo a Vale, a barragem que rompeu foi construída em 1976 e tinha o volume de 12,7 milhões de m³ e suas atividades encerradas há cerca de três anos. Outro ponto também levantado foi a atuação dos órgãos reguladores, tendo em vista a infraestrutura da barragem e das autoridades frente à quantidade de mortos, feridos e desaparecidos no incidente.

Segundo Luíza Saldanha, Orientadora Pedagógica do Ensino Médio, “por se tratar de uma questão bem expressiva e com aspectos distintos, o tema permitiu que os alunos confrontassem e discutissem as diversas opiniões e pontos de vista”. Ela ainda ressalta que a Escola Parque, com base nos quatro pilares estratégicos, entende que estamos todos ligados, direto ou indiretamente, a acontecimentos como esses, que são levados às assembleias. O intuito dessa atividade é ampliar o olhar para as questões propostas, a partir da escuta de outros pontos de vista, estimular o debate e a criação de argumentos, e a possibilidade de um olhar empático sobre o tema proposto, que geralmente é polêmico e tem uma relevância social específica.

Alunos conquistam bons resultados na UERJ e no ENEMEnsino Médio Escola Parque

Foram divulgados os resultados do Vestibular 2019, e os alunos, da Escola Parque, tiveram sucesso com aprovações, nas áreas de Humanas, Exatas e Biológicas, no ENEM, na UERJ e na PUC-Rio.

Destacaram-se os alunos Lucas Serra Sant’Anna, aprovado em Medicina, na UFF, e 1º lugar em Engenharia Química, na UERJ, Gabriel da Fonseca Ottoboni Pinho, 1º lugar em Ciência da Computação, na UFRJ, Mariana Pecly, 3º lugar em Direito, na UERJ, entre outros.

Os alunos também alcançaram excelentes notas na prova de Redação, com médias de, aproximadamente, 875, na unidade Barra, e 800, na unidade Gávea.

Confira os destaques

UFF

Lucas Serra Sant Anna – Medicina – 30º lugar
Antonio Pettinelli Calazans – Computação – 4º lugar

UFRJ

Gabriel da Fonseca Ottoboni Pinho – Ciência da Computação – 1º lugar
Tomas Brena Sertã – Filosofia – 1º lugar
Pedro Martins Andrade – História – 2º lugar
Miguel Carneiro Resende – Química – 2º lugar
Bárbara Van Steen Proner Ramos – Pedagogia – 3º lugar
Thiago Moutinho de Carvalho Maksoud – Engenharia de Controle e Automação – 5º lugar
Carolina Nery Gonçalves – Ciências Biológicas – 5º lugar
Natasha Viana Mosley – História – 6º lugar
Maria Luiza Mendonça Borges da Silva – Letras – 7º lugar
Guilherme Campello Gouveia – Engenharia Mecânica – 8° lugar

UERJ

Lucas Serra Sant Anna – Engenharia Química – 1º lugar
Mariana Rocha Pecly de Oliveira – Direito – 3º lugar
Gabriela M. Biscotto – Ciências Econômicas – 3º lugar
Miguel Carneiro Resende – Química – 3º lugar
Júlia Vieira Marques Zaroni – Engenharia Civil – 6º lugar
Julia Rodrigues – Ciências Biológicas – 8º lugar
Clara Moreira Cardoso – Matemática – 11º lugar
Dora Meirelles Gesteira – Ciências Econômicas – 14º lugar
Maya Combecau – Psicologia – 14º lugar

PUC

Tomas Sertã – Letras – 1º lugar
Catarina Procópio – Ciências Sociais – 1º lugar
Maria Amadeo – Geografia – 2º lugar
Gabriel Fonseca – Ciência da Computação – 2º lugar
Francisco Kalume – Comunicação Social – 8º lugar

UFFRJ

Gabriela Garcez da Silva – Engenharia de Alimentos – 6º lugar

UNIRIO

Ana Eduarda Lavendoski – 1º lugar em Artes Cênicas
Leon Belinha – Museologia – 5º lugar
Júlia Bello Bocaiuva Cunha – Museologia – 6º lugar

UFRRJ

Gabriela Garcez da Silva – Engenharia de Alimentos – 6º lugar

Educação Infantil, Barra e Gávea, participa de “Escola Aberta”

O evento contou com a participação de pais, alunos e responsáveis dos Grupos 1,2 e 3 da Educação Infantil, Barra e Gávea.

Atividades como circuito esportivo, com a presença dos professores de Educação Física, confecção de tintas naturais, contações de histórias, roda de ciranda e música com a Profª Monique Desdério, na Barra, e com o Prof. Milleco, na Gávea, envolveram todos os convidados.

Houve ainda uma oficina de bolha de sabão, atividades com a equipe da Ecobé, na Gávea. Já na Barra, aconteceu a oficina maker, com as professoras Vilma Freire e Roberta Fernandes, em que as famílias fizeram uma parede de água com objetos recicláveis.

Em um espaço no bosque, os pequenos aprenderam sobre a vida das minhocas e sua importância para o meio ambiente. No espaço com minhocas e outros insetos, eles descobriram curiosidades acerca das minhocas e puderam vê-las de perto. Houve também oficina de argila.