Colônia de Férias – Barra Infantil

Durante as férias escolares, os alunos poderão participar da Colônia de Férias, com diferentes atividades.

A Colônia proporciona atividades em Inglês, todos os dias, e a parceria é com a empresa Bicho do Mato.

Serviço

Unidade Barra Infantil
De 15 a 19 de julho e/ ou de 22 a 26 de julho
Horário: 13h às 17h
Idade: 2 a 8 anos
Inscrições na Secretaria da unidade Barra Infantil

Conheça a Colônia de Férias da unidade Gávea.

Colônia de Férias – Gávea

Durante as férias escolares, os alunos poderão participar da Colônia de Férias, na unidade Gávea, com diferentes atividades.

A Colônia é bilíngue, em Inglês, e acontece em parceria coma as empresas Cruxinhos e Villa School.

Serviço

Unidade Gávea
De 15 a 19 de julho e/ ou de 22 a 26 de julho
Horário: 13h às 17h
Idade: 3 a 9 anos
Inscrições na Secretaria da unidade 465

Conheça a Colônia de Férias da unidade Barra.

 

Projeto Viver Bem envolve pais, alunos e professores da Educação Infantil, Barra

No sábado, dia 25 de maio, foi realizado o Projeto Pedagógico Viver Bem – Ações Socioambientais, que reuniu pais, alunos e responsáveis das turmas de  Grupo 3da Educação Infantil ao 1º ano do Fundamental 1, Barra.

Ao longo do mês, toda a comunidade escolar se aprofundou nos estudos e ações socioambientais sobre formas de transformar o mundo para um VIVER BEM de todos. Esse processo pedagógico envolveu todos em trabalhos que valorizam a conexão entre saberes, a cooperação, a criatividade, a autonomia e o protagonismo: qualidades essenciais para transformar a sociedade.

Com experimentações, oficinas e jogos, espalhados pela Escola, os pais e alunos conheceram mais sobre os ciclos de vida dos animais e plantas, as diversas transformações das misturas, crescimento e decomposição, além de aprofundarem o estudo sobre alimentação saudável.

Os alunos do Grupo 3 estudaram sobre a Tribo Munduruku, seus hábitos e costumes. Com a ajuda da Profª Fernanda da Ecobé, as turmas planejaram a construção de uma casa de pau a pique, moradia dos povos da tribo Munduruku. Ao longo da manhã, os pequenos e suas famílias se empenharam na construção da casa que fica no bosque. Em outros espaços, aconteceram oficinas de tinta de urucum, exposição dos trabalhos, feitos em sala, com argila e  de instrumentos musicais indígenas com materiais reciclados.

O Grupo 4 observou as diferentes interações que acontecem na horta, pomar e composteira. Os alunos participaram de atividades envolvendo as partes das plantas, como: sementes, raízes, frutas e flores. Ao longo da investigação sobre as plantas e raízes nas aulas de Inglês, as crianças aprenderam a preparar a receita do “Fruit Yammy” (inhaminho de frutas). Em uma sala, todos puderam fazer a receita com o auxílio das professoras de Inglês, e os pais puderam acompanhar. Em outra sala, foi montado um espaço de observação dos animais encontrados, na Escola, pelos pequenos.

As turmas do Grupo 5 se envolveram no processo de revitalização da Praça Heitor Cajaty. Eles conheceram os espaços, fazendo diversas visitas ao longo do semestre, e encontraram um lugar de interação e encontro. Durante toda a manhã, puderam participar de diversas atividades que envolveram jogos lúdicos e brincadeiras populares, como: pular corda, bola de gude, amarelinha, queimado, entre outras.

O 1º ano estudou sobre a história do Brasil e sua biodiversidade. Os alunos descobriram que os  nomes de algumas plantas, animais e alimentos são  de origem indígena, e elaboraram mapas e jogos para registrar e compartilhar seus estudos.

Ao final todos foram levados à Praça, diante de um cortejo liderado pelos integrantes da Casa do Saber Popular e, em uma grande roda, cantaram e dançaram ao som do ritmo popular nordestino, Coco de Roda. O ritmo é estudado pelos alunos, durante as aulas de Música.

 

 

 

 

 

 

 

Alunos do 9º ano promovem Feiras de Ciências

As turmas do 9º ano, Barra e Gávea, organizaram uma Feira de Ciências onde foram apresentados diversos experimentos científicos. Os alunos apresentaram seus projetos, explicando-os, com base nos estudos da Química e da Física, para alunos do Fundamental 2 e Professores da Escola Parque. Os temas abordados nos projetos temas foram densidade, força, luz, pressão, dentre outras reações Físicas e Químicas.

A Feira de Ciências do 9º ano acontece anualmente e é um projeto que busca estimular o interesse e o encantamento dos alunos pelas Ciências Naturais. Durante um trimestre, nas aulas de Física e de Química, os alunos passaram por diversas etapas, para melhor entendimento e aplicação dos diferentes experimentos. Foram feitos aprofundamentos conceituais, relacionando as matérias, pesquisas de diferentes experimentos para a escolha do projeto, testes e apresentações prévias nas turmas.

 

Alunos do Ensino Médio participaram do Projeto Viver Bem

Na última semana, a Escola Parque promoveu, para os alunos do Ensino Médio da Barra e da Gávea, diversas atividades com foco na Sustentabilidade, um dos Pilares Estratégicos da Instituição. Essas atividades fazem parte do Projeto Pedagógico Viver Bem, que está previsto no calendário da Escola Parque. O projeto tem como base os saberes dos povos originários, o respeito à diversidade e a conexão entre todos os seres vivos e a mãe Terra. Além disso, busca o cuidado com a nossa casa comum, para transformar a realidade local e planetária, com responsabilidade e autonomia.

Na unidade da Gávea, os alunos participaram de assembleias e desenvolveram trabalhos, coletivamente, acerca dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), metas globais estabelecidas pela Organização das Nações Unidas. Eles também participaram de oficinas oferecidas por convidados e parceiros da Escola Parque (Museu Sankofa – Rocinha, Morro pela Arte e Parque da Cidade) e de uma conversa com um representante da tribo indígena Pataxó.

Já na Barra, os alunos participaram de propostas de intervenções socioambientais na unidade e no ambiente externo. Os alunos da 1ª série ficaram responsáveis por desenvolver e implementar projetos de melhorias na Escola, enquanto os alunos da 2ª série foram encarregados da revitalização da Praça Heitor Cajaty. Além dessas atividades, os alunos também participaram de uma palestra com a historiadora Mariana Bruce sobre o tema “Bem viver” e de uma assembleia sobre “Juventude e saúde mental”.

A Sustentabilidade na Escola Parque é um eixo transversal da aprendizagem em todos os segmentos, o que favorece o desenvolvimento de uma cultura de práticas sustentáveis nos campos pedagógico e institucional. De acordo com o coordenador de sustentabilidade da escola, Bruno Maia, o Educar para a Sustentabilidade tem diversas referências, dentre elas, o conceito do “viver bem”, que amplia o olhar sobre as questões ambientais para questões socioambientais e favorece o entendimento de uma relação mais harmônica das pessoas com os outros seres vivos e com o ambiente.

 

Viver Bem proporcionou aos alunos, pais e responsáveis um sábado diferente

Alunos, pais e responsáveis dos Grupos 4 e 5 da Educação Infantil e do 1º ano do Fundamental 1, Gávea, participaram do Projeto Pedagógico Viver Bem. O evento proporcionou uma manhã de sábado diferente, em que aconteceram  atividades práticas e sensoriais, que estimularam a criatividade, a descoberta e o aprendizado, tendo como princípio a Sustentabilidade.

Além das oficinas oferecidas, foram montadas exposições com trabalhos realizados pelos alunos em sala de aula. O evento possibilitou ainda  o contato dos familiares com os processos de aprendizagem, mostrando de que forma são desenvolvidos e aplicados na Escola.

As atividades realizadas pelo Grupo 4 retrataram o ciclo de vida das plantas e da relação com os animais e fungos. As oficinas  do Grupo 5 propuseram  a criação de objetos, buscando  discussões acerca das grandes invenções da humanidade e como elas impactam na vida. Já o 1º ano apresentou a horta como um laboratório vivo, mostrando as escolhas certas para o cultivo, a relação com o ambiente que a rodeia e as escolhas saudáveis para a alimentação.

Segundo Cláudia Ruas, Gestora Pedagógica da Educação Infantil, esse encontro foi mais que uma mostra de trabalhos, porque  proporcionou um espaço para coletivizar o processo de investigação dos alunos. Ela ainda complementa que é muito bom ter a presença dos familiares junto das crianças, participando das oficinas, pois isso  favorece o entendimento dos conceitos vivenciados.

 

Escola Parque Promove Semana do Combate ao Racismo

No período de 11 a 21 de março, os alunos do Ensino Fundamental 2, Gávea, participaram de uma série de atividades de combate ao racismo.

O evento inaugural contou com um bate-papo sobre Carnaval e a luta contra o Racismo. Com os professores de história, Tiago Lessa, Raphael Ferraz e Fabio Conceição, e o diretor de Harmonia da Mangueira, Edinho, foi dado o início à Semana do Combate ao Racismo.

Produzido pela Equipe Pedagógica, junto com os professores de História e Geografia, as turmas do 6º ao 9º ano assistiram a palestras sobre antirracismo, história da África e do Brasil Afrodescendente. Receberam a visita do Professor de História, da UFRJ, Álvaro do Nascimento, para um bate-papo sobre “A Revolta da Chibata” e assistiram ao documentário SLAM: Voz Levante. Em seguida, as turmas participaram de uma oficina de dança Afro com a Prof.ª Valéria Monã.

Os alunos do 8º e 9º anos participaram da Mesa-redonda “Juventude Negra e antirracismo”, com representantes do coletivo Negrex. Depois, eles assistiram à palestra com Lígia Batista, advogada e pesquisadora em Direitos Humanos na Anistia Internacional. Lígia, que foi eleita uma das 100 maiores personalidades negras jovens do mundo, contou sua trajetória de vida e falou da importância do combate ao racismo por parte de todos.

A aluna Tais Bispo, do 8º ano, comentou sobre as atividades, “Achei incrível a iniciativa da Escola em trazer esse tema para dentro do nosso cotidiano. Eu como negra me senti representada, ouvindo os palestrantes e convidados que falaram sobre a luta contra o racismo. Ouvir isso na Escola ajuda, cada vez mais, no combate à intolerância racial. Racismo é crime e precisa ser pautado”, analisou a aluna.

O Orientador Thiago Vedova completou, “Para nós, é muito importante trazer, para a Escola, esse tema, faz parte do princípio da Escola na defesa dos direitos humanos e do respeito ao próximo”, finalizou.

Além das inúmeras oficinas, cineclubes e debates sobre a questão racial brasileira, que nortearam as aulas ao longo da semana, os alunos puderam visitar locais históricos na cidade do Rio de Janeiro. No dia 23 de março, conheceram as “Histórias e sambas da pequena África do Rio de Janeiro” em um circuito histórico pela Região Portuária. Fechando as atividades, no dia 27 de março, os alunos visitaram o MAR (Museu de Arte do Rio), para a exposição: “O Rio do samba: resistência e reinvenção”, onde os alunos puderam conhecer a história do samba carioca desde o século XIX, até os dias de hoje, e aprender sobre aspecto

s históricos, sociais e políticos do mais brasileiro dos ritmos.

Assembleia, no Ensino Médio, debate questões climáticas

A fim de discutir questões climáticas no mundo, os alunos do Ensino Médio, Gávea, organizaram uma Assembleia. Inspirados pela ativista sueca de 16 anos, indicada ao Premio Nobel da Paz, Greta Thunberg, duzentos estudantes se reuniram e iniciaram um movimento que busca promover, ao longo do ano, reuniões de estudos, discussões e ações práticas, voltadas para a transformação e justiça climática.

Com esse passo, os alunos fizeram parte de um movimento internacional de jovens que se manifestaram, no dia 15 de março, em mais de cento e vinte países, em relação a questões climáticas, apontando a necessidade de mudanças urgentes nos campos individual e coletivo.

A iniciativa foi liderada pela aluna Julia Waddington, da 1ª série. “A gente tem que fazer uma Assembleia para discutir sobre o nosso protagonismo nesta história. Milhares de alunos terem que faltar um dia de aula para exigir de seus políticos que tomem medidas pelo clima mostra, claramente, que a geração mais velha falhou. Obviamente, se as gerações se juntarem para resolver essa crise vai ser mais fácil, mas não estamos implorando que líderes mundiais se importem. Como a Greta disse, a mudança está vindo, eles querendo, ou não. A gente precisa entender a urgência de ações contra as mudanças climáticas agora!”.

 

Escola Parque promoveu diversas atividades com temas relacionados à Mulher

Durante o mês de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, foram realizados diversos trabalhos e atividades com o objetivo de os alunos pensarem sobre a condição de ser mulher. A Escola entende que, com base nos quatro pilares estratégicos, é importante que os alunos conheçam a história dessa data e contextualizem, relacionando-a com os dias atuais.

Foram apresentados dados materiais e científicos da luta histórica das mulheres, e pesquisas sobre a violência contra a mulher e a desigualdade que permanecem arraigadas na sociedade. Outro ponto abordado foi o impacto do machismo na vida dos meninos, propiciando uma reflexão sobre os padrões de gêneros criados pela sociedade. Esse conjunto de reflexões, embasadas, incentiva que os alunos tenham voz e autonomia, expondo suas impressões e suas dúvidas.

Na escola foram realizados debates, assembleias, “Invasões poéticas” e produção de poemas e desenhos. Todas as atividades tiveram como base dados apresentados aos alunos sobre a violência contra a mulher, empoderamento de mulheres na sociedade, levando-os a questionar o que celebrar nessa data. Além das atividades voltadas para os alunos, na Escola, aconteceu, na Livraria Travessa, em parceria com a Escola Parque, “O Ciclo Feminista”. Esse evento gratuito promoveu uma série de mesas-redondas para debater esses temas.

A Escola Parque promove, anualmente, esse debate sobre as desigualdades que impactam a vida da mulher, por considerar uma maneira de o aluno compreender e dialogar com as próprias demandas e da sociedade. Segundo Luíza Saldanha, Orientadora Pedagógica do Ensino Médio, “esses trabalhos estimulam a criação de argumentos, e o debate de opiniões possibilita um olhar empático sobre o tema”.

ONG “Gaia Education” promove curso sobre Sustentabilidade na Escola Parque

Neste mês, será realizado, na Escola Parque, um curso sobre Sustentabilidade, ministrado pela ONG Internacional “Gaia Education”**. O curso tem como objetivos desenvolver habilidades de facilitação e aprendizagem participativas, e praticar a criação de conhecimento colaborativo e desenho de fluxo de conversação. O participante vai aprender, também, a decodificar e transformar as convenções internacionais, em especial os ODSs, em ações transformadoras. Além disso, busca a utilização da criatividade no trabalho de bordas, aumentando o poder coletivo de grupos sociais e acelerando mudanças. Esse curso proporciona ainda o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem e inteligência colaborativa.

O curso acontecerá no período de 19 e 23 de abril, na Escola Parque – unidade Gávea.

Para saber o custo desse investimento, inscrever-se e mais informações, acesse o site da Gaia Education.

https://www.gaiaeducation.org/face-to-face/training-of-trainers/brasil/

As inscrições estão abertas, e as vagas são limitadas.

Serviços:

Data: de 19 a 23 abril 2019.
Horário: das 9h às 19h.
Local: Escola Parque, Gávea.
Endereço: R. Marquês de São Vicente, 355 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

**A Gaia Education é uma “Organização não Governamental (ONG)” Internacional que oferece módulos de desenvolvimento com o objeto de formar “Changemakers” que possam trabalhar a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (ESD), que é algo tão promovido pela UNESCO GAP.

Semana Literária na Escola Parque

Durante uma semana, os alunos do Ensino Fundamental 1, Fundamental 2 e Médio participaram de palestras com autores, oficinas, exibições de filmes, saraus literários, debates, rodas de conversa, dentre outras atividades. Eles também produziram diversos trabalhos, que estão expostos por toda a Escola, e textos para o Concurso Literário.

Todas essas atividades fizeram parte da Semana Literária, um dos principais Projetos Institucionais da Escola Parque, que buscou, por meio do diálogo entre diversas disciplinas, promover e incentivar a leitura e a criatividade. Aconteceu também a “Hora da Leitura”, momento em que todos na Escola, incluindo alunos e funcionários, pararam e dedicaram uma hora para a leitura.

Essa edição contou com a presença de convidados de diversas áreas, como Gustavo Barreto (Jornalista da ONU), Elena Soares (roteirista do filme “Xingu”), Rosane Svartman (Diretora do filme “Tainá 3”), Kiusam de Oliveira (autora dos livros “O mar que banha a ilha de Goré” e “O mundo no black power de Tayó”, que abordam as Relações Étnico-Raciais), Ayssa Bastos, (poeta, ilustradora e designer), Flavio Carneiro (Autor dos livros “Lalande” e “A ilha”), Danilo Firmino (um dos compositores do “samba-enredo 2019″ da Mangueira”), Jaqueline Silva ( ex-jogadora de vôlei), Katy Navarro (Jornalista especializada em literatura), Jessé Andarilho (escritor do livro Fiel e Efetivo Variável), dentre outros convidados.

Além desses nomes, a Escola recebeu alguns pais que falaram de situações que marcaram sua experiência com a literatura e sugeriam livros de leitura. Participaram também ex-alunos que se tornaram autores ou, de certa forma, tiveram grande influência literária para alcançar seus objetivos. Eles contaram um pouco de suas histórias, como a literatura fez ou faz parte do seu dia a dia e como foi viver esse processo de criação.

Grupo 5 realiza campanha de doações para Comunidade Jardim Maravilha

Os alunos do Grupo 5, da unidade Barra Infantil, estão realizando uma campanha de doações aos moradores do Jardim Maravilha, sub-bairro de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que tiveram suas casas afetadas pelas últimas chuvas que ocorreram no Estado.

Para isso, os alunos fizeram um trabalho de conscientização na comunidade escolar. Divulgaram a campanha em todos os setores, fizeram entrevistas com os funcionários, para saber se passaram por alguma dificuldade decorrente das chuvas, e fizeram um levantamento do que seria necessário arrecadar para doações.

A campanha acontecerá até o dia 3 de maio, e tudo que for arrecadado será distribuído pela Casa do Saber Popular, espaço cultural localizado na comunidade, que mantém um trabalho social. No dia 4 de maio, serão entregues as doações na Instituição citada e acontecerá uma roda cultural junto aos alunos do espaço. Os pais que desejarem participar podem procurar a coordenação do segmento para mais informações.

A ação faz parte do Projeto “Viver Bem” em que os alunos são levados a pensar cotidianamente em ações sustentáveis socioambientais.

O QUE POSSO DOAR?

– Água potável;
– Alimentos não perecíveis;
– Produtos de limpeza (incluindo rodos, vassouras, baldes, panos de chão, lysoform ou similar);
– Produtos de higiene pessoal;
– Roupas de cama e banho, louças e talheres;
– Fraldas;
– Leite em pó;
– Roupas;
– Doação de itens maiores (camas, colchões, eletrodomésticos).