Grupo 5 visita Pedra Itaúna

Como complementação do trabalho pedagógico, os alunos do Grupo 5, acompanhados por biólogos da Ecobé, visitaram e escalaram a Pedra de Itaúna.

Leia o texto coletivo do grupo 5 C.

“A GENTE ADOROU A PEDRA DE ITAÚNA, FOI MUITO LEGAL ESSE DIA. FOI UM DOS MELHORES DIAS DO MUNDO. TINHAM COISAS QUE A GENTE GOSTA, COMO O CACHORRO “BRAVO”, SUBIR A PEDRA E NINHO DOS URUBUS.
QUEBRAMOS O FRUTO DA CUTIEIRA E VIMOS ÁRVORES COM ESPINHOS QUE SÃO BEM ESPINHOSAS PARA OS BICHINHOS NÃO INCOMODAREM ELAS. NÃO PODÍAMOS SUBIR ONDE TEM ESPINHOS E NEM TOCAR NOS COGUMELOS PORQUE ELES ERAM TÓXICOS.
QUANDO SUBIMOS A PEDRA DE ITAÚNA, VIMOS UMA VISTA MUITO BONITA COM MUITOS PÁSSAROS, ÁRVORES E CASAS.
A GENTE CANTOU MÚSICA NO ÔNIBUS.
ESSE PASSEIO FOI MEGA RADICAL!”

 

Trabalho de Campo no Cerrado

Os alunos da 3ª série do Ensino Médio da Escola Parque, Barra e Gávea, viajaram para a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, para mais um Trabalho de Campo. Essa viagem teve como objetivo conhecer mais um bioma brasileiro, o Cerrado, e as diferentes práticas sustentáveis, por meio de uma imersão cultural, entendendo as dinâmicas locais, além de promover uma integração entre os alunos das duas unidades.

Eles percorreram trilhas, passaram por cachoeiras e visitaram as comunidades locais e suas estações de reciclagem e compostagem, tidas como modelo da região, onde participaram de oficinas e palestras. Os alunos tiveram também a oportunidade de conversar com moradores e especialistas da região, entendendo melhor como funciona a economia local e o bioma.

A aluna Julia Handam contou que, na região, o ano é dividido somente em período de seca e de chuva, bem diferente do que encontramos no Rio de Janeiro. Ela ainda destacou que o que mais a impressionou foi ver que o Cerrado é um bioma composto de diversas formações, bem diferente do que ela esperava deparar-se. O aluno Rodrigo Santive complementou que a viagem proporcionou uma visão mais real da região. “É possível ver as dificuldades de plantio numa terra seca, sem infraestrutura e com a falta de água, e como isso tudo faz diferença”. Já a aluna Luiza Barroso ressaltou que o contato com a população local proporcionou um aprendizado enorme, pois foi por meio desse contato que tiveram a possibilidade de vivenciar novas experiências socioculturais, além de conhecer as diferentes fontes de renda que movimentam a região.

Trabalho de Campo no Pantanal

Os alunos da 1ª série do Ensino Médio, Barra e Gávea, participaram do Trabalho de Campo no Pantanal Mato-grossense que, neste ano, teve como principal eixo temático os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os alunos caminharam por trilhas ecológicas, navegaram pelo Rio Cuiabá e passaram pela Transamazônica, onde puderam observar a fauna e a flora do entorno. Eles se dividiram em grupos e participaram de Oficinas de Música, Teatro, Agrofloresta e História, temáticas já vivenciadas no ambiente escolar, buscando entender melhor as atividades locais e como tudo funciona em função do bioma. Eles também visitaram a Escola SESC, em Poconé, atuando em ações de caráter social.

A proposta desse processo de imersão teve como objetivo uma ampliação cultural e científica, por meio do contato com o bioma do Pantanal, com a vida do pantaneiro e com especialistas, conhecendo melhor as dinâmicas da região e suas diferentes práticas sustentáveis.

Ensino Médio na Amazônia

Durante o Trabalho de Campo na Amazônia, os alunos da 2ª série do Ensino Médio fizeram um plantio de mudas nativas para compensar as emissões de carbono do voo até Manaus, atuando, assim, no reflorestamento da Amazônia.

A atividade aconteceu em parceria com jovens de escolas locais e foi proposta pelo coletivo Sempre Viva, formado por alunos da Escola.

 

Música e Poesia no Caminhos Poéticos.

No dia 04 de setembro, aconteceu o Caminhos Poéticos, na unidade Gávea.

Promovido pelo Ensino Médio, o evento contou com apresentações dos alunos de poesias e de músicas, além da oficina de bordados poéticos e de exposições pela Escola.